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Tornar-se Músico que Intervem


É músico e deseja exercer um ofício dinâmico que consiste a transmitir e compartilhar a música com crianças, jovens ou mesmo adultos. Uma formação inovadora é doravante de a vossa disposição, à de artista músico que intervem, e ela dá-vos acessos a um emprego diversificado, em parceria com as escolas, as escolas de músicas e os centros socioculturais.

Um ofício de terreno
As missões do músico que intervêm: Exerce missões muito variadas. Geralmente integrado à equipa de professores músicos das escolas de música, intervem essencialmente à escola materna e primária, mas também nas casas de bairro, nas associações culturais. Actores de desenvolvimento do território, é lá para promover uma vida musical enriquecedora os infantários, nos hospitais, os centros socioculturais, as cenas locais, em relação com as equipas de enquadramento. As competências do músico que intervêm: É um músico confirmado, fornecido sólida de uma formação musical inicial e adquirindo uma formação específica aos diferentes aspectos do ofício. Está aberto à uma pluralidade de cultura e de estilos musicais. O leque das suas competências conduz-o cantar, brincar de um instrumento, dirigir, inventar novas músicas, etc.... Participa igualmente na concepção de espectáculos musicais e pilota a realização. É também pédagogue. Dá, pelas suas diligências activas e lúdicas e graças aos seus conhecimentos em gestão de grupo, o prazer e os meios para aceder à música. Desenvolve uma prática artística vocal e instrumental onde as actividades de interpretação, de escuta e de invenção conjugam-se para assegurar uma educação musical de qualidade. Finalmente, o músico que intervem é um actor do desenvolvimento cultural local. O seu conhecimento das instituições e a gestão dos projectos permite-lhe amarrar relações profissionais com diferentes parceiros e levar a cabo em colaboração acções artísticas e culturais diversificadas.

Uma formação inovadora
O percurso em CFMI: A formação do músico que intervem faz-se em um dos nove centros de formação criados conjuntamente em 1984 pelo Ministério da Cultura e a Comunicação e o Ministério da Educação Nacional. Estes centros estão unidos às universidades de Aix Provença, em Lila, Lião, Paris Xi- Orsay, Poitiers, Rennes, Estrasburgo, Toulouse e Tours. De uma duração de dois anos, o percurso é organizado em redor de uma formação musical, pedagógica e não especialista. Comporta 1500 horas de cursos e de estágios. Esta formação associa de maneira dinâmica a experimentação prática do ofício, a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento do sentido criativo e a curiosidade individual. Os cursos abordam numerosos campos de competências, tanto no plano musical (direcção de conjuntos musicais ou instrumentais, improvisação, invenção, tomada de som e montagem, análise e prática colectiva), que pedagógica (psicologia da criança, diligências pedagógicas, Sociologia da música, técnicas de grupo), e logística (gestão administrativa, scénographie...) O Diploma de universidade de músico que intervem (DUMI): Este diploma é reconhecido pela função pública territorial, assim como um diploma de estado, e permitido o acesso ao quadro de emprego de ASEA. Doravante é exigido pelas autarquias que desejam dotar-se de actores eficazes da vida musical. A entrada na formação: O acesso à formação passa por testes de entrada destinados a verificar as competências musicais e não especialistas do candidato, e a avaliar o seu espírito de iniciativa, as suas capacidades relacionais e as suas motivações. Os candidatos devem, previamente, ser titulares do baccalauéat desde dois anos pelo menos. Estes dois anos podem ser anos de estudos ou anos de experiência profissional. O nível musical desejado corresponde ao do fim CNR e ENM. Esta formação está igualmente aberta aos músicos procedentes das músicas de tradição oral. Nenhum outro diploma é exigido e não há limite de idade. Ajudas financeiras aos estudos: Fora das despesas de inscrição à universidade, a formação nos CFMI é gratuita. Os candidatos admitidos têm seguidamente o estatuto que estuda e podem por conseguinte pedir bolsas do ensino superior ou bolsas de estudo ao ministério da cultura. Podem igualmente beneficiar congés-formation, subsídios formação reclassificação ou empréstimos de honra.

Um emprego diversificado
O perfil do emprego do músico que intervem é variado muito tendo em conta a pluralidade das suas missões e a diversidade dos terrenos de acção. Eis aos casos mais frequentes:
1. Empregado numa escola de música municipal, cria e dinamiza as relações entre o aluno, a escola de música e as estruturas culturais. Organiza e realiza espectáculos musicais que associam as crianças da escola e os da escola de música. Gere os projectos e contribui para a educação musical de qualidade.
2. Empregado numa escola de música intercomunal, o músico que intervem trabalha nas escolas de várias comunas e participa na sua radiação.
3. À escala de um departamento, o músico é empregado por uma associação departamental para o desenvolvimento da música. Põe em relação os professores das escolas maternas e elementares de várias comunas com os diversos actores musicais do departamento. Assegura assim a coerência geral dos projectos musicais.
4. Empregado por uma rede de equipamento associativa, participa todas as nas actividades musicais e intervem junto de diferentes públicos. Organiza manifestações musicais, cria espectáculos ou participa em projectos que associam um equipamento sociocultural a um meio escolar.
5. No âmbito das relações com a Educação Nacional, impulsiona e coordena a participação de professores da escola de música a escola, nomeadamente na aplicação das novas disposições relativas às classes à horários arranjados para a música.




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