|
|
Espaço pro >> Associação >> Fazer viver um Atelier Teatro
|
Fazer viver um Atelier Teatro |
O tempo livre ou os estudos são um momento favorável
às experiências de todas as espécies e nomeadamente o exercício da
prática teatral. Todas as razões são boas para fazer o
teatro em amador: combater a sua timidez, produzir-se em
público, canalizar a sua energia, confrontar-se com um desafio... é
por isso que vê-se florescer as iniciativas neste domínio. Do
atelier ultras principiantes aos que faz a sua primeira experiência
profissional, passando pelos clubes de impro, qualquer as formas
scéniques são abordadas. Mas se, no vosso ambiente próximo,
não existe, não hesitam, criam em um! |
A partida |
Independentemente do sítio, as pessoas interessadas por uma
experiência teatral são numerosas. Contudo, é impossível
contar-o ex nihilo. Melhor meio para conhecer as esperas neste
domínio é cobrir o vosso bairro ou mesmo um perímetro mais largo de
cartazes que chamam na primeira reunião do clube de teatro (os
cartazes devem estar instalados pelo menos uma semana antes da data
prevista). Ponham em por toda a parte: sobre os muros,
perto das cabinas telefónicas, as bibliotecas, os liceus, nas
universidades e mesmo os teatros e os conservatórios. Pode
lançar o vosso atelier em qualquer momento mas o período de
reentrada escolar é contudo preferível. Aquilo permitir-vos
-á instaurar verdadeiros ciclos e projectos estabelecidos bem.
Em todo caso, não esquecem de deixar um número de telefone.
Atenção! Não terminam demasiado rapidamente a lista dos
inscritos. Bouche-à-oreille funciona bem frequentemente após a
primeira reunião e numerosos são os que aquilo tranquiliza de
começar com cerca de um que conheça.
|
A primeira reunião |
Antes: prever uma sala bastante grande e tenham-na já em
cabeça que quer fazer do vosso atelier: uma peça de autor, um
recolhimento de cenas, um jogo de impro... é necessário também
poder dizer o número de horas de repetição semanal, o lugar e
sobretudo o responsável que será encarregado animar as sessões.
Pode também escolher o vosso horário em função mais maior de
número. É difícil, mas aquilo limita os riscos de abandono.
O Dia J: corre o risco de ver
desembarcar 80 pessoas que vêm para ver mas que não sabem ainda se
vierem ou não. Não deixa ultrapassar. Devem explicarse
que é, porque quer montar este atelier, quais ideias e qual
experiência... fez também de passar uma folha de presença (nome,
nome, endereço, telefone, correio electrónico e experiência
teatral) e fez uma consulta aos participantes pedindo cada um que
apresentem-se publicamente, de destacar a sua motivação e a sua
experiência. Aquilo permitir-vos -á já saber que é
principiante, que emite dúvidas quanto às suas disponibilidades, que
tem ideias, que não ousa exprimir-se.
|
A animação do atelier |
Terá sempre uma ou várias pessoas com ligeiramente d '
experiência e susceptíveis de dar-vos ideias de exercícios de
pronunciação, de abrandamento... ' Contudo é essencial que
só uma pessoa seja a referência e que este último tenha já uma
experiência ou pelo menos um sentido do teatro e uma personalidade
afirmada. Com efeito, o teatro atrai frequentemente
personalidades fortes que trata-se de colocar num projecto comum se
quer-se evitar que enfrentem-se. Do mesmo modo, uma aposta em
cena implica sempre arbitragens e a necessidade de uma coerência
global.
A peça: Nós aconselhar aos ateliers
que realizem, por o seu primeiro ano, um recolhimento de cenas antes
que uma peça de autor, mais árduo pôr em cena. É também
preferível articular estas cenas em redor de um tema federativo e
prever transições que dão uma unidade ao conjunto. Esta
escolha autoriza certa flexibilidade e permite fazer face às
defecções de últimos minutos. É melhor meio para realizar um
espectáculo de qualidade.
As repetições: uma simples sala de
cursos ou de reunião num centro cultural fará muito efectivamente o
negócio. Em contrapartida devem preverse muito tempo de
antemão a data das representações (Janeiro para Maio) e as
repetições gerais que, necessitam uma sala com uma cena, uma
iluminação e uma banda suas mas sobretudo que requer a presença dos
membros do bando e são determinante para o sucesso da vossa
representação.
|
O calendário |
| De Setembro à Janeiro: são as primeiras reuniões no
curso das quais opera-se a escolha do tipo de representação.
Trata-se em certa medida de uma iniciação ao teatro. O
trabalho dos textos começa pouco a pouco e com ele, os exercícios e
as improvisações. É um período de descoberta, acclimatation
mas também de defecções e novos recém-chegados. O
responsável do atelier deve começar a elaboração do processo de
apresentação e o orçamento previsional. Inicia também a sua
investigação de parceiros, salas de repetição, das decorações,
os fatos... De Janeiro à fim Abril: é tempos de preparar
o recolhimento de cenas e de distribuir os papéis. É também o
tempo dos pedidos de subvenções, atribuição de sala e as
assinaturas de convenções com parceiros. É necessário
também fixar as datas das repetições gerais e as representações.
De Maio à Junho: o momento final aproxima. Se está
prontos, fixa a representação o mais tardar início Junho.
Para o que da promoção do acontecimento, ver o Plano de
Comunicação.
|
|
|
|